
Verdade seja dita: "não sou lá esses balai' todo". Não sou o filho q meus pais sonharam, o irmao q meu irmao queria, o amigo que talvez meus amigos mereçam, um profissional à altura dos que trabalham comigo, não sou o centro do universo, não tenho as qualidades que admiro nas pessoas e nem espero conseguir mudar essa situação a curto prazo.
Sou o que se pode chamar de uma pessoa comum. Por 'pessoa comum' entende-se: tenho cicatrizes, traumas, medo, orgulho, egoísmo, vícios e defeitos. Porém, apesar de tudo, compenso minhas falhas com boas doses de generosidade e bom humor, com coragem e respeito, enfim, um grande misto de impulsos e consciência que resulta numa disputa equilibrada (às vezes) entre o que sou e o que quero ser.
Observando cada dia comigo aprendi uma das mais importantes lições que levarei até o fim: 'Não julgue as pessoas por suas atitudes. No final das contas não importa o que fazemos, o que importa é quem somos. Nós escolhemos quem somos.' Independente dos desvios que posso dar em minha rota, sei exatamente onde quero chegar. Como um capitão que ruma seu barco sem orientação da bússola mas que mantém o olhar no farol.
Por fim: Um dia eu vou fazer tudo certo mas não hoje...
[homenagem aos que convivem comigo há tempos
e continuam sem me conhecer]
Lula meu velho,
ResponderExcluirnão sei se te conheço totalmente, mas sei do grande amigo que você é, sempre disposto a ajudar. É o tipo do cara que eu recomendaria a Deus se fosse p reconstruir a humanidade, pois sei que mesmo com os seus defeitos você é um cara sincero, humilde e solidário. Espero ser seu amigo sempre cara.
Abração