Se o tempo for de dor, eu serei o sorriso que você guarda sem nem saber que ele existe.
Se a vida for confusa, eu serei a mão firme, a certeza no peito guiando pra um caminho bom.
Se o mundo for silêncio eu serei o grito de alegria que sai da sua boca pra expulsar a tristeza.
Se seu peito estiver vazio, eu vou ocupar cada espaço. Vou fazer minha morada, vou armar a minha rede e então pisarei em um chão que chamarei de lar.
Se o olhar estiver sem rumo, eu serei o horizonte sempre mostrando que se pode chegar mais longe.
Se as palavras te faltarem, eu serei o toque dos lábios que se encontram para achar um sentido no que você pensa.
Se a multidão te deixar sem ar, eu vou ser pra sempre o vento soprando pra emaranhar teu cabelo e te fazer respirar novos ares.
Se as pessoas tirarem teu chão, eu vou estar te carregando nos braços e te levando pra o céu, longe de tudo que te faz mal.
Se o escuro te incomoda, eu vou ser um farol iluminando tua rota, no vai e vem constante, mostrando a direção e te orientando em meio às tempestades.
Se tudo ao redor parecer estranho, eu vou ser tua casa, pequena e aconchegante. Vou ser a sala confortável ou o terraço acolhedor.
Se a noite for de frio, eu serei a lenha queimando na lareira pra aquecer teu corpo todo, se a tardinha for de calor, eu serei o vento frio que entra pela janela pra tocar tua pele, e se você for ansiedade, eu me faço chover para que meus pingos sejam música ao tocar no teu telhado para te embalar num sono bom e te fazer sonhar comigo.
Se a vida for confusa, eu serei a mão firme, a certeza no peito guiando pra um caminho bom.
Se o mundo for silêncio eu serei o grito de alegria que sai da sua boca pra expulsar a tristeza.
Se seu peito estiver vazio, eu vou ocupar cada espaço. Vou fazer minha morada, vou armar a minha rede e então pisarei em um chão que chamarei de lar.
Se o olhar estiver sem rumo, eu serei o horizonte sempre mostrando que se pode chegar mais longe.
Se as palavras te faltarem, eu serei o toque dos lábios que se encontram para achar um sentido no que você pensa.
Se a multidão te deixar sem ar, eu vou ser pra sempre o vento soprando pra emaranhar teu cabelo e te fazer respirar novos ares.
Se as pessoas tirarem teu chão, eu vou estar te carregando nos braços e te levando pra o céu, longe de tudo que te faz mal.
Se o escuro te incomoda, eu vou ser um farol iluminando tua rota, no vai e vem constante, mostrando a direção e te orientando em meio às tempestades.
Se tudo ao redor parecer estranho, eu vou ser tua casa, pequena e aconchegante. Vou ser a sala confortável ou o terraço acolhedor.
Se a noite for de frio, eu serei a lenha queimando na lareira pra aquecer teu corpo todo, se a tardinha for de calor, eu serei o vento frio que entra pela janela pra tocar tua pele, e se você for ansiedade, eu me faço chover para que meus pingos sejam música ao tocar no teu telhado para te embalar num sono bom e te fazer sonhar comigo.
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