quinta-feira, 10 de maio de 2012

As principais coisas da vida não têm preço, têm valor. Não têm marcas, possui nomes. Não se compram, se conquistam. Não se perdem, se completam. Algumas não se toca, se sente, se exala, se respira, outras não se enxerga, se olha, se aprecia, se adora. As mais importantes não se exibe, se guarda na mente, no peito. Não se gasta, escapole entre os sorrisos. Não se conta, se diz baixo no ouvido. Não estão no banco, em cofres ou adegas, estão no quarto, na cama no coração, na vontade de ter ou ter de volta, no pensamento quando se acorda e quando se deita, no momento que se fecha os olhos ou apaga a luz, na hora em que o relógio pergunta: "Tic?" e o silêncio responde: "Tac"...

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